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Conselho Nacional Afife - 6 e 7 de Maio de 2006 |
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Nos dias 6 e 7 de Maio de 2006, no Centro Social e Paroquial de Afife, Diocese de Viana do Castelo, reuniu o Conselho Nacional da Primavera, com a participação de Conselheiros em representação de 12 Dioceses. Pela importância dos assuntos nele tratados e pelo impacto que, necessariamente, as decisões tomadas vão ter no futuro do Movimento, justifica-se que seja elaborada esta circular que pretende sintetizar o que foi decidido: 1) Recordando, no Conselho Nacional da Primavera de 2005, em Ferragudo, Diocese do Algarve, foi aprovada uma proposta da Diocese de Viana do Castelo, pela qual a anterior Equipa Responsável Nacional assumiu a realização da revisão dos Guias de Diálogo, tendo sido todas as Dioceses convidadas a participar neste trabalho através de sugestões para que o trabalho final esteja mais próximo do que todos desejam. O trabalho já realizado: Projecto do 1º Tema, foi pela Comissão de Revisão dos Guias de Diálogo, apresentado no Conselho e, após os esclarecimentos julgados oportunos, foi este documento aprovado na generalidade por todas as Dioceses presentes Contudo, as Dioceses deveriam elaborar um documento escrito a entregar à mesa no decorrer do Conselho com as sugestões que entendessem dever ser consideradas no documento votado e que incidiam em quatro aspectos: - formato, estrutura, história e número de questões. O resultado das sugestões apresentadas já foi comunicado à Comissão de Revisão dos Guias de Diálogo e é o seguinte: - Total acordo com o projecto apresentado – formato A5, história e número de questões – Dioceses do Algarve, Portalegre/Castelo Branco e Viana do Castelo. - As Dioceses de Lisboa e do Porto, embora concordem com o projecto apresentado, entendem que a história deverá aparecer apenas no 1º tema, constando nos restantes temas apenas um pequeno flash. - A Diocese de Viseu concorda com o projecto apresentado, limitando as questões apenas a 9 (nove). - A Diocese de Braga entende o seguinte: - formato A5, um caderno para cada tema (0+6+1), numa caixa A5, fotos a cor, boa impressão e acabamento, cores básicas do CPM; A história ou estudo do caso deverá ser apenas uma pequena introdução, entre 5 e 10 linhas ou então poucos a lerão; Número de questões o mais alargada possível, cabendo ao Coordenador escolher as mais adequadas ao grupo de noivos em presença. Cada questão deverá ter linhas suficientes para a resposta. 2) Estatutos/Órgãos estatutários – Os novos Estatutos foram aprovados pela Comissão Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa em reunião de 10 de Janeiro de 2006 e já se encontram em poder das Dioceses, numa brochura que inclui, além dos Estatutos, o Regulamento Eleitoral. Tendo em conta que os actuais Órgãos Dirigentes da CPM-PORTUGAL não estão em conformidade com os novos estatutos, caberia ao Conselho decidir como realizar a necessária adequação. A Equipa Responsável Nacional propôs: - nomeação de uma Comissão Eleitoral, iniciando-se o processo eleitoral para os três Órgãos Estatutários, sendo que a Equipa Responsável Nacional aceitaria constituir, de entre os seus membros, uma futura Direcção Nacional, concorrendo com outras possíveis candidaturas, concluindo o seu mandato de três anos que teve inicio no Conselho Nacional de Outono em que tomou posse – Vila Real, 5 e 6 de Novembro de 2005. - ou manter os actuais Órgãos em actividade, segundo os antigos Estatutos e proceder-se à adequação dos Órgãos Directivos aos novos Estatutos apenas no final do actual mandato. Surpreendentemente, o Conselho decidiu manter em funções a actual ERN até ao final do mandato e eleger um Conselho Fiscal que ficou constituído pelos seguintes Conselheiros: José Machado Nogueira, António Diniz Silvestre Paiva Maciel e José Júlio Valente Geraldes. Esta decisão do Conselho não só não resolve a lacuna que se pretendia solucionar, como cria uma situação deveras confusa e original na qual coexiste um Órgão previsto nos Estatutos já revogados, com um outro previsto nos Estatutos agora em vigor mas não eleito conforme neles é determinado. Nesta conformidade, pensamos que todos os responsáveis pelo CPM e, muitos especialmente, as ER Diocesanas devem pensar neste problema que, necessariamente, terá de ser retomado no próximo Conselho Nacional de Outono, para a conveniente reapreciação e decisão. 3) Actividades Nacionais – Proposta da Equipa Responsável Nacional Ao longo dos anos a Formação Nacional ocorreu em Fátima, no mês de Janeiro e o Encontro-Peregrinação no inicio do mês de Março. A participação no Encontro-Peregrinação decresceu este ano de forma acentuada e cremos que o decréscimo verificado só não foi mais elevado devido ao espírito de sacrifício de muitos casais que assim conseguiram os meios necessários para não perderem a sua Peregrinação. As Dioceses vão-nos fazendo chegar o seu lamento por muitos casais não poderem ir ao Encontro-Peregrinação por dificuldades financeiras pois indo à Formação ficam sem recursos para outra actividade já que elas são muito próximas e já envolvem despesas significativas. Esta situação é-nos relatada, também, por muitos dos casais que respondem aos Inquéritos de avaliação que nos entregam no final das actividades. Pensando no assunto e com o objectivo de facilitarmos um pouco a vida aos casais com maiores dificuldades, permitindo-lhes diferir no tempo as despesas com estas actividades, não nos privando – a nós e a eles – do enriquecimento que elas proporcionam, a ERN propõe ao Conselho o seguinte: - Conselho Nacional de Outono – em Outubro. - Formação Nacional – em Novembro, segundo fim de semana. - O Encontro-Peregrinação ficaria como está, isto é, em Março. A proximidade das datas de realização destes dois eventos não é tão gravosa como a que actualmente se verifica porque o Conselho não se destina à generalidade dos casais CPM mas apenas aos seus Dirigentes e, portanto, seriam em menor número os casais abrangidos pelas actuais dificuldades. O Conselho aprovou esta proposta e, consequentemente, o mapa de actividades para o Ano Pastoral de 2006/2007 que se anexa já reflecte a nova realidade e para ele solicitamos a vossa especial atenção e divulgação de modo a que todos os Casais possam planear a sua participação nas actividades promovidas pelo CPM.
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