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O Tema tratado no Encontro/Peregrinação
Nacional do CPM, realizado em Fátima a 4 e 5 de Março de 2006, no Centro
Pastoral Paulo VI, foi “ O DESAFIO DO COMPROMISSO “.
Foi desenvolvido pelo
Reverendo Padre José João Aires Lobato, vigário geral da diocese de
Setúbal, com testemunho vivencial dos casais Maria Amélia e Augusto Mota
e Fátima Maria e Jorge Trindade, da mesma diocese.
A sessão prosseguiu com as
respostas da mesa às questões colocadas pela assembleia.
Da exposição e das
intervenções que se seguiram, retiraram-se as seguintes conclusões:
·
Perante esta
situação, os casais cristãos vêem-se na necessidade de responder
a este desafio e às hesitações dos jovens que se preparam para o
casamento;
·
O compromisso
irrevogável é elemento essencial do casamento, não aparecendo
apenas como um dever moral ou religioso. Só alicerçado neste
compromisso, o Matrimónio tem condições de esperança e de
segurança contra tudo aquilo que o agride;
·
Este compromisso
ganha um novo significado no Matrimónio cristão, sendo elevado à
dignidade do Sacramento da Aliança de Deus connosco;
·
O compromisso
conjugal também foi atingido pelo pecado e, portanto, sem a
força redentora de Cristo, o casal não consegue chegar a viver e
a realizar plenamente o compromisso;
·
Proporcionar a
um maior número de famílias os meios de Santificação e
Perseverança que Cristo confiou à Igreja, ajudando os casais a
alicerçar a sua espiritualidade na vivência dos Sacramentos, na
meditação da Bíblia, na revisão de vida ...
·
Educar para a
liberdade e responsabilidade nos vários âmbitos educativos da
Igreja - FAMÌLIA , ESCOLA e MOVIMENTOS JUVENIS – investindo
mais na preparação remota para o compromisso e para o
Matrimónio;
·
Uma vez que
grande parte dos jovens que hoje pedem o Matrimónio não tiveram
uma iniciação cristã, incluir na preparação próxima e imediata
para esse Sacramento, a dita formação, aproveitando a
experiência de Deus que o Amor proporciona, como ponto de
partida para um itinerário de Fé.
Como comentário final:
Há muito que o CPM sente a
necessidade de acompanhamento dos casais novos e das famílias.
Pensa-se que, esta e outras
necessidades, só encontrarão resposta, no contexto de uma Pastoral
Familiar mais articulada a nível paroquial, vicarial e diocesano.
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